O realismo transcendental e os fundamentos da terceira antinomia da crítica da razão pura
O propósito deste artigo consiste em examinar alguns dos princípios subjacentes às diferentes formas que o realismo transcendental pode assumir e seu papel na constituição, particularmente, da terceira antinomia da Crítica da Razão Pura. Procura-se mostrar que, correlativamente aos diferentes modos...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/142340 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/142340 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Kant, Immanuel, 1724-1804. Kritik der reinen Vernunft = Crítica da razão pura Filosofia moderna Filosofia alemã Kantismo Realismo transcendental Antinomias kantianas Kant, Immanuel, 1724-1804 Transcendental idealism Transcendental realism Antinomy |
| Sumario: | O propósito deste artigo consiste em examinar alguns dos princípios subjacentes às diferentes formas que o realismo transcendental pode assumir e seu papel na constituição, particularmente, da terceira antinomia da Crítica da Razão Pura. Procura-se mostrar que, correlativamente aos diferentes modos pelos quais espaço e tempo podem ser considerados como dados em si (independentemente de nossa sensibilidade), engendramse diferentes confusões entre coisas e representações e entre princípios e domínios operatórios das faculdades cognitivas, confusões estas que se encontram na base da ilusão transcendental envolvida na asserção, por seus partidários, de tese e antítese da antinomia. |
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