O grande desafio da pandemia é emocional, ético e social
Sozinho, o humano não dá conta dos encargos de uma pandemia como a de covid-19. É tempo de fortalecer as redes de afeto, solidariedade e proteção social, com apoio das políticas públicas, para que os profissionais de saúde possam exercer seu trabalho e superar as pressões emocionais e no campo da sa...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/41754 |
| Acceso en línea: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/41754 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | COVID-19 Infecções por Coronavirus Pandemias Política Pública Fatores socioeconômicos Fatores Socioeconômicos |
| Sumario: | Sozinho, o humano não dá conta dos encargos de uma pandemia como a de covid-19. É tempo de fortalecer as redes de afeto, solidariedade e proteção social, com apoio das políticas públicas, para que os profissionais de saúde possam exercer seu trabalho e superar as pressões emocionais e no campo da saúde mental. Essa é a visão da psicóloga Alessandra Xavier, professora da Universidade Estadual do Ceará (Uece), com pesquisas e atuação na área de prevenção ao suicídio e sofrimento psíquico. O desafio inclui compreender que não basta enxergar os trabalhadores da saúde como heróis: é preciso garantir condições dignas de trabalho, além de respeito e apoio. |
|---|