A noção de realização e a releitura levinasiana do cogito

Retomamos a leitura levinasiana do cogito cartesiano em sua apropriação fenomenológica. Diferentemente do que comumente é feito, referimos essa leitura ao debate recente sobre a noção de realização (accomplissement). Ela desempenha um papel estruturante, do ponto de vista metodológico, para o projet...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Aguiar, Diogo Villas Bôas
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Ekstasis: Revista de Hermenêutica e Fenomenologia
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/63325
Acceso en línea:https://www.e-publicacoes.uerj.br/Ekstasis/article/view/63325
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:cogito
fenomenologia
realização
Descripción
Sumario:Retomamos a leitura levinasiana do cogito cartesiano em sua apropriação fenomenológica. Diferentemente do que comumente é feito, referimos essa leitura ao debate recente sobre a noção de realização (accomplissement). Ela desempenha um papel estruturante, do ponto de vista metodológico, para o projeto filosófico levinasiano de Totalidade e infinito. Mais precisamente, sustentamos a tese de que a dupla origem do cogito necessita de uma explicitação fenomenológica sui generis, alçada pela noção de realização, para descrever dois momentos distintos que são mutuamente fundantes: o cronológico e o lógico.