β-Caseína A1 dietética como fator de risco para o desenvolvimento de processos inflamatórios em cães
Este estudo objetivou comparar o efeito de duas dietas, uma contendo β-caseína A1(teste) e outra β-caseína A2 (controle) em cães, analisando marcadores inflamatórios e parâmetros sanguíneos durante 30 dias. Foi possível observar que a concentração de vitamina B12 mostrou-se significativamente maior...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/256191 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/11449/256191 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Patologia clinica veterinária Estresse oxidativo Cães alimentação β-caseína A1 β-caseína A2 Biomarcadores Inflamatórios |
| Sumario: | Este estudo objetivou comparar o efeito de duas dietas, uma contendo β-caseína A1(teste) e outra β-caseína A2 (controle) em cães, analisando marcadores inflamatórios e parâmetros sanguíneos durante 30 dias. Foi possível observar que a concentração de vitamina B12 mostrou-se significativamente maior (p < 0,05) no grupo controle, o que pode indicar uma relação inversa entre a quantidade de B12 e a presença de inflamação. O grupo alimentado com β-caseína A1 apresentou uma relação eosinófilo/linfócito e relação monócito/linfócito maior (p < 0,05) comparado ao grupo controle, sugerindo por consequência maior disbiose, acidez e estresse oxidativo, com inflamação como consequência neste grupo. A concentração de fibrinogênio também foi maior (p < 0,05) no grupo alimentado com β-caseína A1. As concentrações da Proteína C Reativa no grupo que recebeu β-caseína A1 foi maior (p < 0,05) que a do grupo controle, o que destaca ainda mais a influência das diferentes dietas na resposta inflamatória e no status de saúde dos cães. |
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