Hábito - expectativa: uma noção de sujeito a partir de David Hume

O intuito desta pesquisa é encontrar o vínculo entre percepção e relações contingentes na filosofia de David Hume. Uma vez que o autor nos diz que tudo o que há são percepções, surge a tarefa de precisar o modo segundo o qual relações como espaço e tempo - relações filosóficas e contingentes - se co...

Full description

Bibliographic Details
Author: Stival, Monica Loyola
Format: master thesis
Status:Published version
Publication Date:2007
Country:Brasil
Institution:Universidade de São Paulo (USP)
Repository:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-09102007-141926
Online Access:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8133/tde-09102007-141926/
Access Level:Open access
Keyword:Empirism
Empirismo
Espaço
Experience
Experiência
Habit
Hábito
Hume
Space
Subject
Sujeito
Tempo
Time
Description
Summary:O intuito desta pesquisa é encontrar o vínculo entre percepção e relações contingentes na filosofia de David Hume. Uma vez que o autor nos diz que tudo o que há são percepções, surge a tarefa de precisar o modo segundo o qual relações como espaço e tempo - relações filosóficas e contingentes - se constituem. Afinal, a noção chave desta filosofia, a de causalidade, traz já a necessidade de certa percepção de tais idéias abstratas (espaço e tempo): elas devem ser derivadas de alguma experiência sensível (impressão), mesmo sendo exteriores às qualidades da experiência sensível. Será possível, assim, vislumbrar a imbricação entre o atomismo e o associacionismo humiano, delimitando o sentido da experiência para este pensamento e apontando as conseqüências dessa perspectiva em relação à problemática da época - o conhecimento - ou àquela que nascia como conseqüência - a subjetividade.