MASCULINIDADES DISSIDENTES NA MÚSICA POP MAINSTREAM

Este artigo propõe uma discussão acerca da masculinidade hegêmonica, que oprime o acesso das corporeidades dissidentes na cena mainstream da música pop global e, de forma oposta, como o surgimento de representações LGBTQIAP+ apontam uma utopia de virada contracultural na ocupação de espaços que não...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Nalin, Vinicios
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)
Repositorio:Pixo
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.ufpel.edu.br:article/6996
Acceso en línea:https://revistas.ufpel.edu.br/index.php/pixo/article/view/6996
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:corpo queer
espaço de representação
música pop
LGBTQIAP
Descripción
Sumario:Este artigo propõe uma discussão acerca da masculinidade hegêmonica, que oprime o acesso das corporeidades dissidentes na cena mainstream da música pop global e, de forma oposta, como o surgimento de representações LGBTQIAP+ apontam uma utopia de virada contracultural na ocupação de espaços que não são cotidianamente possíveis à essas corporeidades. Aborda-se centralmente o estudo do corpo pretogay- queer do cantor Lil Nas X, que possui um percurso que rompe barreiras dessa masculinidade hegemônica constantemente firmada na música pop estadunidense. Discutimos a espacialidade pela ótica simbólica constituída a partir de Henri Lefebvre, compreendendo além do espaço físico, o corpo dissidente como produtor de espaços e gestos capazes de promover ocupação de determinados lugares de poder. Por fim, entende-se que a ocupação de espaços dissidentes percorre, primeiramente, a produção de espaços através do coletivo e da reinvindicação atravessada as corporeidades marginalizadas, já que essas se estabelecem espacialmente diante de muitas lutas.