Efeito do “continuous positive airway pressure” (CPAP) e do aparelho intraoral de avanço mandibular (AIOam) nos parâmetros cardiovasculares da apneia obstrutiva do sono de grau leve

Objetivos: Avaliar e comparar os efeitos do Continuos Positive Airway Pressure (CPAP), Aparelho intraoral de avanço mandibular (AIOam) e nenhum tratamento (Controle) sobre monitorização ambulatorial da pressão arterial de 24 horas (MAPA-24h) e tonometria arterial periférica (peripheral arterial tono...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Silveira, Thais de Moura Guimarães [UNIFESP]
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNIFESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unifesp.br:11600/58777
Acceso en línea:https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.xhtml?popup=true&id_trabalho=9274976
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/58777
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mild obstructive sleep apnea
Polysomnography
Mandibular advancement device
Blood pressure
CPAP
Endothelium, vascular
Apneia obstrutiva do sono de grau leve
Função endotelial
Pressão arterial
Polissonografia
Aparelho intraoral de avanço mandibular
DPOC
Endotélio vascular
Descripción
Sumario:Objetivos: Avaliar e comparar os efeitos do Continuos Positive Airway Pressure (CPAP), Aparelho intraoral de avanço mandibular (AIOam) e nenhum tratamento (Controle) sobre monitorização ambulatorial da pressão arterial de 24 horas (MAPA-24h) e tonometria arterial periférica (peripheral arterial tonometry-PAT) após 6 e 12 meses de tratamento em indivíduos com Apneia Obstrutiva do Sono (AOS) leve. As mesmas avaliações também foram realizadas nas seguintes subamostras: a) com sonolência excessiva diurna (SED), b) com hipertensão arterial sistêmica (HAS), c) com padrão de ausência de descenso da pressão arterial do sono e d) subamostra com tratamento efetivo (IAH < 5 e adesão ≥4hs uso por noite). Métodos: Foram incluídos indivíduos com AOS leve, ambos os sexos, idades entre 18 e 65 anos e índice de massa corpórea (IMC) ≤35kg/m2. Os indivíduos foram randomizados em CPAP, AIOam e sem tratamento; as avaliações foram realizadas no tempo inicial, após 6 e 12 meses de acompanhamento; incluíram exame físico, polissonografia, MAPA-24h e PAT. O teste estatístico GLMM foi utilizado para comparações entre grupos. Resultados: Foram incluídos 79 voluntários, 31 no grupo CPAP, 25 no grupo AIOam e 23 no grupo controle. Os grupos CPAP e AIOam apresentaram menor IAH que o grupo controle aos 12 meses de acompanhamento (CPAP: 1,7 ± 14,2; AIOam: 3,8 ± 12,6; controle: 9,3 ± 5,2). O grupo AIOam apresentou maior adesão em horas de tratamento por noite e melhor adaptação ao tratamento que o grupo CPAP (AIOam: 5,7 ± 2,7 h /noite; CPAP: 3,8 ± 3,4 h /noite; AIOam: 16% não se adaptaram; CPAP: 42% não se adaptaram). Não foram encontradas diferenças na amostra que finalizou seguimentos e na amostra tratamento efetivo em relação aos resultados de PAT ou MAPA de 24 horas. Conclusão: O tratamento da AOS leve com CPAP ou AIOam não melhorou a pressão arterial sistêmica e função endotelial após um ano de acompanhamento, mesmo em indivíduos com SED, HAS, padrão de ausência de descenso da pressão arterial do sono e com tratamento efetivo da AOS.