Do endividamento externo ao novo desenvolvimentismo: trajetórias do capitalismo e da dependência na América Latina
As drásticas mudanças acarretadas pela emergência das finanças no capitalismo contemporâneo reconfiguraram as relações entre as economias centrais e a periferia latinoamericana. As reformas de orientação neoliberal que se generalizaram na região a partir dos anos 1980 são conseqüência do novo rearra...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-13112009-112122 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/84/84131/tde-13112009-112122/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | América Latna capitalismo dependência desenvolvimentismo edividamento externo trajetórias |
| Sumario: | As drásticas mudanças acarretadas pela emergência das finanças no capitalismo contemporâneo reconfiguraram as relações entre as economias centrais e a periferia latinoamericana. As reformas de orientação neoliberal que se generalizaram na região a partir dos anos 1980 são conseqüência do novo rearranjo na acumulação mundial de capital. Entendê-las em sua complexidade implica em examiná-las a partir do instrumental analítico marxista e do resgate de uma categoria especial do pensamento social crítico latino-americano: a dependência. Este ferramental teórico nos permite também avaliar os resultados socioeconômicos que as décadas de reforma deixaram, e nos autoriza a falar em uma importante dívida social. A reboque da precarização da condição social assistiu-se a inúmeros levantes populares que contestavam os governos neoliberais e sua ortodoxia econômica. A pressão popular acabou por assegurar a eleição de grupos cuja plataforma de governo é distinta daquela apresentada na década de 1990. Assiste-se ao giro à esquerda nas democracias latino-americanas e com ele a ascensão de uma proposta alternativa como estratégia de desenvolvimento: o novo desenvolvimentismo. Analisar criticamente estes episódios recentes da história do subcontinente é a tarefa central aqui traçada. |
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