Os limites e as contradições do Novo Desenvolvimentismo: contribuições para a crítica a partir da Teoria Marxista da Dependência (TMD)
Investiga os limites e as contradições que podem ser apontados na interpretação Novo Desenvolvimentista sobre o caráter do desenvolvimento dependente e o papel que nele assume o Estado Capitalista partindo das teses e fundamentos propostos pela Teoria Marxista da Dependência (TMD). Para tanto, parte...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/154503 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/154503 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Estado Novo desenvolvimentismo Dependência Desenvolvimento State New developmentalism Dependency Development |
| Sumario: | Investiga os limites e as contradições que podem ser apontados na interpretação Novo Desenvolvimentista sobre o caráter do desenvolvimento dependente e o papel que nele assume o Estado Capitalista partindo das teses e fundamentos propostos pela Teoria Marxista da Dependência (TMD). Para tanto, parte da compreensão de que o Novo Desenvolvimentismo é uma corrente de pensamento comprometida com o objetivo de oferecer um modelo explicativo dos entraves característicos à progressão histórica do capitalismo nas sociedades periféricas industrializadas e, ao mesmo tempo, em constituir-se numa ideologia reformista capaz de organizar o Estado e as classes internas em torno de um Projeto Nacional de Desenvolvimento que congregue o crescimento econômico com a equidade social. À sua vez, compreende a TMD como uma corrente de pensamento essencialmente crítica e antagônica à utopia do desenvolvimento na periferia, voltada para explicitar os imperativos que vinculam o capitalismo dependente às dimensões de barbárie do modo de produção, notadamente a superexploração da força de trabalho, e também a cumplicidade que assumem quanto a estes imperativos a forma-Estado e a prática política da classe dominante internas. |
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