GENEALOGIA, HISTÓRIA E PSICOLOGIA: MICHAEL FOUCAULT E O TRABALHO COM ARQUIVOS

Este artigo visa contribuir com pesquisas e trabalhos com a pesquisa documental, histórica e baseada em arquivos que são práticas, fazeres e modos de governo das condutas. Trata-se de trazer e apresentar uma analítica que possibilita a efetuação de uma perspectiva de realizar a História a favor do t...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Silveira Lemos, Flávia Cristina, Carmo Santos, Igor do, Silva Lopes, Ciro Cesar da, Meira de Miranda, Shirle Rosângela
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)
Repositorio:PRACS: Revista Eletrônica de Humanidades do Curso de Ciências Sociais da UNIFAP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.200.139.21.65:article/237
Acceso en línea:https://periodicos.unifap.br/pracs/article/view/237
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Genealogia; História; Psicologia; Arquivos; Michel Foucault.
Descripción
Sumario:Este artigo visa contribuir com pesquisas e trabalhos com a pesquisa documental, histórica e baseada em arquivos que são práticas, fazeres e modos de governo das condutas. Trata-se de trazer e apresentar uma analítica que possibilita a efetuação de uma perspectiva de realizar a História a favor do tempo e contra o tempo. Neste aspecto, os usos dos arquivos, especialmente, na confluência dos saberes em Psicologia com a História e a Filosofia podem abrir campos férteis de estudos ainda pouco realizados, sobretudo, na Psicologia no que tange à recepção de Michel Foucault no Brasil. Pensar o arquivo como conjunto de histórias de vida e maneiras de contar as existências também tem uma dimensão antropológica e social que implica gerar efeitos de conversação com a Psicologia Social, Política, Institucional, Comunitária, Educacional e na Saúde Mental e Coletiva, pois, traz aspectos dos modos de andar a vida e de se relacionar, portanto, de subjetivar e gerir políticas públicas na problematização dos documentos que formam um arquivo. Os olhares de escalas analíticas genealógicos operam um deslocamento importante na pesquisa e na existências, pois fabricam subjetividades que resistem e se modulam pela relação com a memória e a história, em uma transvaloração dos valores, a partir de um plano ético, estético e político do saber local, insurgente, descontínuo e que produz saúde na perspectiva da utilidade da história para a vida.