Foucault e a genealogia do estado moderno
O objetivo deste artigo é apresentar as linhas gerais da “genealogia do Estado moderno” de Foucault. Para tanto, vamos dar especial atenção a dois momentos de seu percurso investigativo. No primeiro momento, entre 1972 e 1976, o Estado aparece como a instituição emblemática onde se exerce o poder ju...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/39185 |
| Acceso en línea: | https://doi.org/10.20911/21769389v45n143p499/2018 http://hdl.handle.net/1843/39185 https://orcid.org/ 0000-0001-9455-2057 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Filosofia política Estado Foucault Genealogia Soberania Governamentabilidade Foucault, Michel, 1926-1984 Ciência política - Filosofia Genealogia (Filosofia) |
| Sumario: | O objetivo deste artigo é apresentar as linhas gerais da “genealogia do Estado moderno” de Foucault. Para tanto, vamos dar especial atenção a dois momentos de seu percurso investigativo. No primeiro momento, entre 1972 e 1976, o Estado aparece como a instituição emblemática onde se exerce o poder jurídico-político. A partir de 1978, o Estado é abordado sob outra perspectiva, sendo definido como uma “prática de governo”. No final do texto, fazemos uma breve inquirição sobre as limitações e possibilidades abertas por essa genealogia, assinalando que não se trata, em absoluto, de relegar a questão do Estado ao abandono, mas de mostrar que ela é redimensionada pela genealogia do poder. |
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