Potencial energético do resíduo do despolpamento do açaí sob diferentes condições de estocagem.
A investigação da qualidade biomassa na condição fresca e após estocagem no ambiente é necessária para subsidiar seu aproveitamento para geração de energia. Na Amazônia, o resíduo produzido a partir do despolpamento do açaí se destaca pela ampla disponibilidade. O objetivo do trabalho foi avaliar se...
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2020 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) |
| Repository: | Repositório Institucional da UFRA |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufra.edu.br:123456789/1613 |
| Online Access: | http://repositorio.ufra.edu.br/jspui/handle/123456789/1613 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Açaí Açaí - Despolpamento Açaí - Estocagem Açaí - Resíduo Carbono fixo |
| Summary: | A investigação da qualidade biomassa na condição fresca e após estocagem no ambiente é necessária para subsidiar seu aproveitamento para geração de energia. Na Amazônia, o resíduo produzido a partir do despolpamento do açaí se destaca pela ampla disponibilidade. O objetivo do trabalho foi avaliar se os diferentes métodos e locais de acondicionamento modifica mas propriedades físicas, químicas e energéticas dos resíduos do açaí e seu potencial com fins energéticos. Os resíduos foram coletados em Macapá, estado do Amapá, em seis diferentes condições: uma amostra fresca, obtida após despolpamento, e cinco estocadas em diferentes condições ambientais. Após a despolpa, o resíduo do açaí apresentou umidade de 1 03,8%, mas a estocagem resultou em secagem natural, reduzindo esta propriedade para até 1 2,3%. Em comparação ao resíduo fresco (0,71 9 g cm-3), a densidade básica da biomassa dispersa em terreno baldio diminuiu significativamente (0,279 g cm-3), o que aumenta os custos de transporte e reduz o rendimento da combustão e pirólise. O teor de voláteis aumentou de 65,29%para até 75,62%,enquanto o carbono fixo diminuiu de 34,70% para até 23,09% e as cinzas de 1 ,81 % para até 1 ,24%,quando os resíduos foram estocados. Tais modificações sugerema decomposição de parte dos componentes químicos do resíduodo açaí que se tornam voláteis oulixiviáveis. Como consequência, a estocagem diminuiu o poder calorífico e a densidade energética dos resíduos.Concluiu-se que a estocagem do resíduo do açaí em qualquer condição, com exceção da diminuição da umidade, prejudicou seu potencial energético. |
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