Epidemiologia das intoxicações por plantas notificadas pelo Centro de Assistência Toxicológica de Pernambuco (CEATOX-PE) de 1992 a 2009

Objetivou-se com este estudo, caracterizar os aspectos epidemiológicos das intoxicações humanas, ocasionadas por plantas no Estado de Pernambuco (PE), através de uma abordagem transversal e descritiva a partir de notificações obtidas no Centro de Assistência Toxicológica deste Estado, no período de...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Baltar, Solma Lúcia Souto Maior de Araújo, Franco, E. S., Souza, A. A., Amorim, M. L. P., Pereira, R.c.a., Maia, M.b.s.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/19274
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/19274
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Epidemiologia
Intoxicação
Plantas Tóxicas
Prevenção
CEATOX
Epidemiology
Intoxication
Toxic Plants
Prevention
Descripción
Sumario:Objetivou-se com este estudo, caracterizar os aspectos epidemiológicos das intoxicações humanas, ocasionadas por plantas no Estado de Pernambuco (PE), através de uma abordagem transversal e descritiva a partir de notificações obtidas no Centro de Assistência Toxicológica deste Estado, no período de 1992 a 2009. Foram analisados 214 prontuários com base nas variáveis: sexo, faixa etária, agente tóxico vegetal, sazonalidade, zona de ocorrência, local do acidente, via de exposição, circunstância, tipo de atendimento, evolução clínica. As intoxicações predominaram no sexo feminino (52,34%), faixa etária de 1 a 4 anos (42,52%), e a maioria ocorreu nos meses de fevereiro, agosto e outubro. A maioria das intoxicações foi na área urbana (74,30%), em acidentes nas residências (72,90%), através de plantas, sendo que 85% por via oral. A família Araceae foi responsável por 35,98% das intoxicações, seguida das famílias Euphorbiaceae 23,83% e Solanaceae com 5,60% dos casos. Os pacientes foram atendidos e a gravidade dos casos, em sua maioria, evoluiu para melhora de saúde, não sendo possível fazer o registro de cura, pelo fato de os mesmos deixarem o hospital sem a devida alta. Espera-se alertar os profissionais de saúde da importância das plantas, como fator de risco de intoxicação, possibilitando o estabelecimento de políticas públicas de prevenção e promoção da saúde.