Educação Infantil: possibilidades do fazer subjetivante na relação professor – aluno
Este trabalho apresenta uma discussão sobre questões subjetivas nas relações entre professoras e alunos de Grupos Dois (crianças entre um ano e sete meses a três anos e seis meses) da Educação Infantil, grupos nos quais se acentua ainda mais a convocação para olhar e escutar experiências sobre tais...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/18449 |
| Acesso em linha: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/18449 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Educação Educação Pré-Escolar Educação Infantil Crianças e professores Psicanálise e educação Subjetividade Fazer subjetivante Psicanálise da primeira infância Early childhood education Children and teachers Psychoanalysis and education subjectivity making subjectively |
| Resumo: | Este trabalho apresenta uma discussão sobre questões subjetivas nas relações entre professoras e alunos de Grupos Dois (crianças entre um ano e sete meses a três anos e seis meses) da Educação Infantil, grupos nos quais se acentua ainda mais a convocação para olhar e escutar experiências sobre tais questões. Os desafios que se colocam nesta investigação se referem a: delinear teoricamente o conceito psicanalítico de subjetividade, e caracterizar possíveis desdobramentos deste conceito numa sala de aula, através de observações sobre a complexa trama educativa/subjetiva que acontece entre crianças e educadoras em Grupos Dois de uma escola “não tradicional” da rede particular de Salvador; experiência esta que se refere ao que denomino fazer subjetivante. Para este trabalho, definem-se crianças como sujeitos que têm uma lógica própria de entender o mundo e se alimentam, nas suas infâncias, da disposição e disponibilidade de gente comum ― pais e educadores ― em sustentar o querer habitar este mesmo mundo de sempre. Compreende-se o que acontece subjetivamente no trabalho com os Grupos Dois, a partir da referência de estudos mais recentes sobre EducaçãoxPsicanálise e considera-se a necessidade de abordar a discussão sobre fazer subjetivante em propostas de formação de professores da educação infantil, visto que eles, até mesmo sem saber, participam do processo de subjetivação dos seus alunos, ocupando funções diferentes dos familiares das crianças. Palavras-chave: Educação Infantil, crianças e professores, Psicanálise e Educação, subjetividade, fazer subjetivante. |
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