Shift work of nursing professionals and blood pressure, burnout and common mental disorders

Objetivo: Analisar a influência do trabalho em turnos na pressão arterial, na presença de burnout e transtornos mentais comuns em profissionais de enfermagem. Método: Estudo transversal. O burnout foi avaliado pelo Maslach Burnout Inventory, e os Transtornos Mentais Comuns, pelo Self Reporting Quest...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Nascimento, Jaqueline Oliveira Valdeviño, Santos, Juliano dos, Meira, Karina Cardoso, Pierin, Angela Maria Geraldo, Souza-Talarico, Juliana Nery
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista da Escola de Enfermagem da USP (Online)
Idioma:inglés
portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/159356
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/reeusp/article/view/159356
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Enfermagem
Trabalho em Turnos
Esgotamento Profissional
Transtornos Mentais
Estilo de Vida
Hipertensão
Enfermería
Horario de Trabajo por Turnos
Agotamiento Profesional
Trastornos Mentales
Hipertensión
Nursing
Shift Work Schedule
Burnout
Profissional
Mental Disorders
Life Style
Hypertension
Descripción
Sumario:Objetivo: Analisar a influência do trabalho em turnos na pressão arterial, na presença de burnout e transtornos mentais comuns em profissionais de enfermagem. Método: Estudo transversal. O burnout foi avaliado pelo Maslach Burnout Inventory, e os Transtornos Mentais Comuns, pelo Self Reporting Questionnaire. Realizaram-se a medida casual da pressão e a Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial. Resultados: Participaram 231 profissionais. A maioria (59,7%) trabalhava em turnos, e essa condição associou-se (p≤0,05) com: maior carga de trabalho semanal; fazer plantão noturno; menor tempo de formado e de trabalho na instituição; etilismo; atividade de lazer; e alteração na monitorização ambulatorial da pressão arterial do período do sono. Os profissionais com transtornos mentais comuns e que trabalhavam em turnos apresentaram menores níveis de pressão casual diastólica (p=0,039) e maior prevalência de hipertensão (p=0,045). A presença de exaustão emocional associou-se com pressão arterial de vigília normal e despersonalização com pressão arterial de sono alterada. Conclusão: O trabalho em turnos associou-se à maior prevalência de fatores negativos relacionados ao trabalho, hábitos e estilos de vida inadequados e alteração da pressão no período de sono.