Síndrome de Burnout e o trabalho em turnos na equipe de enfermagem

Objetivo: analisar os fatores associados à síndrome de Burnout, segundo o turno de trabalho da equipe de enfermagem. Método: estudo transversal, desenvolvido com uma amostra representativa de 502 trabalhadores de enfermagem de uma instituição hospitalar filantrópica. Os dados foram coletados por mei...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Vidotti, Viviane, Ribeiro, Renata Perfeito, Galdino, Maria José Quina, Martins, Julia Trevisan
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online)
Idioma:inglés
español
portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/154239
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/154239
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Nursing
Shift Work
Workplace
Burnout
Professional
Stress Psychological
Occupational Health
Enfermería
Trabajo por Turnos
Ambiente de Trabajo
Agotamiento Profesional
Estrés Psicológico
Salud Laboral
Enfermagem
Trabalho em Turnos
Ambiente de Trabalho
Esgotamento Profissional
Estresse Psicológico
Saúde do Trabalhador
Descripción
Sumario:Objetivo: analisar os fatores associados à síndrome de Burnout, segundo o turno de trabalho da equipe de enfermagem. Método: estudo transversal, desenvolvido com uma amostra representativa de 502 trabalhadores de enfermagem de uma instituição hospitalar filantrópica. Os dados foram coletados por meio de um instrumento de caracterização, o Maslach Burnout Inventory-Human Service Survey e o Demand-Control-Support Questionnaire. Analisaram-se os dados por estatística descritiva e regressão logística binária múltipla. Resultados: os níveis da síndrome de Burnout foram significativamente maiores entre os trabalhadores de enfermagem do turno diurno. Entre os participantes que trabalhavam no período diurno, os fatores associados às dimensões da síndrome de Burnout foram: alta demanda, baixo controle, baixo apoio social, insatisfação com o sono e recursos financeiros, ser enfermeiro e, ainda, sedentarismo. Já no noturno, baixo apoio social, insatisfação com o sono e lazer, ter filhos, não ter religião, menor tempo de trabalho na instituição e ser auxiliar e técnico de enfermagem aumentaram significativamente as chances de altos níveis da síndrome. Conclusão: os fatores psicossociais e do contexto laboral, sobretudo o baixo apoio social, tiveram associação com as dimensões da síndrome entre os profissionais de enfermagem de ambos os turnos.