[pt] PSICANÁLISE E CORPOS DISSIDENTES: OUTRO OLHAR PARA AS TRANSIDENTIDADES
[pt] Diante da constatação de que a clínica psicanalítica é inexoravelmente atravessada pelas questões socioculturais, torna-se imprescindível destacar e questionar a temática sobre gênero para que, acerca dessa temática, a psicanálise não se exima de buscar mais respostas para os desafios da clínic...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | tese |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) |
| Repositório: | Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:MAXWELL.puc-rio.br:70434 |
| Acesso em linha: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=70434&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=70434&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.70434 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | [pt] GENERO [pt] TRANSIDENTIDADE [pt] BINARISMO [pt] SEXO [pt] CLINICA PSICANALITICA [en] GENDER [en] TRANSIDENTITY [en] BINARY NORMATIVE [en] SEX [en] PSYCHOANALYTIC CLINIC |
| Resumo: | [pt] Diante da constatação de que a clínica psicanalítica é inexoravelmente atravessada pelas questões socioculturais, torna-se imprescindível destacar e questionar a temática sobre gênero para que, acerca dessa temática, a psicanálise não se exima de buscar mais respostas para os desafios da clínica contemporânea. Neste trabalho, fazemos uma leitura crítica de autores exteriores ao campo psicanalítico e, posteriormente, uma revisão dos construtos da psicanálise lacaniana que podem nos ajudar a atingir nossos objetivos. Assim, analisamos as noções de sexo e gênero considerando contextos históricos de modo que possamos questionar a ideia de um sexo natural a partir de autores como Foucault, Butler e Preciado e utilizamos as concepções de linguagem, Estádio do Espelho, semblante e fórmulas da sexuação, de Jacques Lacan para aprofundar nosso conhecimento acerca da questão das transidentidades na psicanálise. Deste modo, podemos pensar a pólis, trazendo reflexões sobre como o campo psicanalítico pode avançar para um diálogo fecundo que abra caminhos para a clínica psicanalítica em seu olhar sobre a subjetividade atual e suas plurais manifestações no campo do gênero. |
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