[pt] FOCALIZANDO O TRAUMA SOB AS LENTES DA CLÍNICA COM POLICIAIS MILITARES
[pt] A tese tem o objetivo de desenvolver um estudo acerca do trauma e de seus efeitos sob uma perspectiva dinâmica e não meramente econômica, como tem sido o caso de muitos estudos no campo da psicanálise até os dias de hoje, tendo como referência a observação clínica de atendimentos psicanalíticos...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:MAXWELL.puc-rio.br:13743 |
| Acceso en línea: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=13743&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=13743&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.13743 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | [pt] ANGUSTIA [pt] SUPEREU [pt] CLINICA PSICANALITICA [pt] TRAUMA [en] ANXIETY [en] SUPEREGO [en] PSYCHOANALYTIC CLINIC [en] TRAUMA |
| Sumario: | [pt] A tese tem o objetivo de desenvolver um estudo acerca do trauma e de seus efeitos sob uma perspectiva dinâmica e não meramente econômica, como tem sido o caso de muitos estudos no campo da psicanálise até os dias de hoje, tendo como referência a observação clínica de atendimentos psicanalíticos prestados a policiais militares na cidade do Rio de Janeiro. Assim, além das noções de Schreck (susto) e de excesso de estímulo pulsional apresentados por Freud em 1920 para explicar o trauma a partir de uma invasão energética do aparato psíquico, incluiremos nesta pesquisa o papel do supereu, cuja imposição de gozo – masoquista – a serviço da pulsão de morte pode levar à compulsão à repetição do trauma. O trauma, que deve ser entendido como um esfacelamento das fantasias sexuais, faz com que as referências subjetivas estruturantes caiam por terra, processo que leva à sensação de aniquilamento psíquico, daí a idéia de que resta um corpo estranho no psiquismo. Identificado com o morto, o que gera um estado depressivo que ameaça a sobrevivência do sujeito traumatizado, ele pode se encontrar num estado melancólico ou até num estado paranóico, sem que seja um psicótico; visto que a ação superegóica de castigar e espezinhar o eu, que pode inclusive levá-lo a completar a ação não finalizada (morte), pode ser atribuída a um Outro (perseguidor), quando em realidade, esta ameaça é interna, como será mostrado em alguns casos clínicos. |
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