Sobre a geometria de imersões isométricas no espaço hiperbólico com aplicação de Gauss prescrita.

Neste trabalho, estudamos a geometria de uma subvariedade Mn, n 2, imersa isometricamente no espaço hiperbólico Hn+p, p 1, com algumas condições prescritas sobre sua aplicação de Gauss N. No caso p = 1, inicialmente, nosso objetivo é mostrar que uma hipersuperfície completa Mn, com curvatura média c...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: RAMALHO, André Felipe Araujo.
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Católica de Brasília (UCB)
Repositorio:Repositório Institucional da UCB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:localhost:riufcg/2456
Acceso en línea:http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/2456
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Espaço Hiperbólico
Subvariedades Completas
Vetor Curvatura Média
Aplicação de Gauss
Hipersuperfícies Tipo-Espaço
Hipersuperfícies Umbílicas
Subvariedades Mínimas
Hyperbolic Space
Complete Subvarieties
Vector Mean Curvature
Gauss Application
Space-Type Hypersurfaces
Umbilic Hypersurfaces
Minimal Subvarieties
Matemática
Geometria e Topologia
Descripción
Sumario:Neste trabalho, estudamos a geometria de uma subvariedade Mn, n 2, imersa isometricamente no espaço hiperbólico Hn+p, p 1, com algumas condições prescritas sobre sua aplicação de Gauss N. No caso p = 1, inicialmente, nosso objetivo é mostrar que uma hipersuperfície completa Mn, com curvatura média constante, é totalmente umbílica, desde que N(Mn) esteja contida em uma hipersuperfície tipo-espaço totalmente umbílica do espaço de Sitter Sn+11 . Em seguida, mostramos outro resultado para a mesma conclusão, mas, desta vez, supomos que Mn tenha curvatura escalar limitada por baixo e que N(Mn) esteja contida em uma certa região de Sn+11 determinada por algum vetor a do espaço de Lorentz-Minkowski Ln+2. Por m, no caso p > 1, estabelecemos condições suficientes para garantir que uma subvariedade completa Mn, com vetor curvatura média paralelo, seja pseudo-umbílica. Em particular, concluímos que, diante de tais condições, Mn é uma subvariedade mínima de uma pequena hiperesfera de Hn+p.