Comportamento em corrosão de juntas soldadas de aços inoxidáveis em meios contendo íons cloretos.

Avaliou-se a suscetibilidade de aços inoxidáveis ferríticos soldados com aços inoxidáveis austeníticos quanto ao fenômeno de trincamento por corrosão sob tensão (TCST), em soluções aquosas contendo 3,5% (peso) NaCl, e 42% (peso) MgCl2. As técnicas empregadas para ensaios de TCST foram: carga constan...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Vieira, David Hebert, Pinto, Daniel Fraga, Carvalho, José Antônio Nunes de, SairreBálsamo, Paulo Sérgio de, Godefroid, Leonardo Barbosa, Cândido, Luiz Cláudio
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2007
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Repositorio:Repositório Institucional da UFOP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufop.br:123456789/5390
Acceso en línea:http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/5390
http://dx.doi.org/10.4322/tmm.00302002
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Aços inoxidáveis
Welding
Corrosão sob tensão
Descripción
Sumario:Avaliou-se a suscetibilidade de aços inoxidáveis ferríticos soldados com aços inoxidáveis austeníticos quanto ao fenômeno de trincamento por corrosão sob tensão (TCST), em soluções aquosas contendo 3,5% (peso) NaCl, e 42% (peso) MgCl2. As técnicas empregadas para ensaios de TCST foram: carga constante e deformação constante no eletrodo. Empregaram-se metodologias da mecânica de fratura, onde se utilizaram CPs do tipo tração-compacto, C(T). Foi verificado que os materiais em estudo foram suscetíveis a TCST em solução aquosa contendo 42% MgCl2, na temperatura de ebulição. Notou-se que o trincamento por CST ocorre a partir da pré-trinca, na zona austenítica, e prossegue para a região ferrítica. Análises microfractográficas indicaram que tanto na região da fratura por TCST quanto na zona de arrancamento final por tração a fratura foi frágil.