Implantação da Lei n. 13.303/16 de governança corporativa: um estudo do impacto no desempenho das empresas estatais
Este trabalho, embasado na Teoria de Agência e de Governança Corporativa, busca evidências da melhoria no desempenho das empresas estatais brasileiras após a implantação da nova lei de governança para o setor. Para atingir este objetivo, as variáveis de desempenho, Q de Tobin, ROE e ROA das empresas...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| Repositorio: | Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.fgv.br:10438/25717 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10438/25717 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | State-owned companies law Corporate governance Agency theory Tobin’s Q Lei das estatais Governança corporativa Teoria de agência Q de Tobin ROA ROE Economia Brasil. [Lei n. 13.303, de 30 de junho de 2016] Empresas públicas Modelos econométricos |
| Sumario: | Este trabalho, embasado na Teoria de Agência e de Governança Corporativa, busca evidências da melhoria no desempenho das empresas estatais brasileiras após a implantação da nova lei de governança para o setor. Para atingir este objetivo, as variáveis de desempenho, Q de Tobin, ROE e ROA das empresas foram analisadas em comparação às demais empresas listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA). Para compor a amostra, foram selecionadas 502 empresas, sendo 22 delas estatais e as outras 480 não estatais que apresentaram informações no período de 2014 a 2018 na base de dados do sistema Economática e tiveram ações negociadas na BOVESPA. Os procedimentos econométricos com dados de painel abrangeram testes empíricos utilizando técnicas, diferenças em diferenças, do MQO (Mínimos Quadrados Ordinários), Efeitos Aleatórios e o Escore de Propensão (Propensity Score Matching - PSM). Os resultados apresentados mostram que não há evidências que confirmem a hipótese testada, ou seja, não houve melhora nos resultados das empresas estatais após a implementação da nova lei das estatais com as práticas de governança corporativa, sendo alguns testes com impacto negativo nas variáveis analisadas. Algumas razões podem ser a morosidade no setor público brasileiro, corrupção, o longo prazo para implementação da Lei e a existência prévia de algumas práticas da governança corporativa, devido a outras Leis previamente estabelecidas. |
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