Práticas pedagógicas com o plano ceibal para a inclusão escolar : estudo de caso em escolas do Uruguai
Na presente pesquisa, busca-se apresentar a contribuição nas práticas pedagógicas, através do uso da tecnologia, para alunos incluídos, em escolas públicas na cidade de Taquarembó - Uruguai, a partir do projeto denominado de Plano Ceibal. O mencionado projeto buscou a inclusão digital a partir da di...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/70595 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/70595 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Inclusão escolar Inclusão digital Uruguai Prática pedagógica Inclusión Plan ceibal Prácticas pedagógicas Inclusión digital |
| Sumario: | Na presente pesquisa, busca-se apresentar a contribuição nas práticas pedagógicas, através do uso da tecnologia, para alunos incluídos, em escolas públicas na cidade de Taquarembó - Uruguai, a partir do projeto denominado de Plano Ceibal. O mencionado projeto buscou a inclusão digital a partir da distribuição de um computador por aluno, sendo implementado no ano de 2007, em uma cidade chamada Vila Cardal, e finalizado em agosto de 2012, abrangendo desde o 1º ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio e as Escolas Técnicas. A investigação visava a analisar de que forma as práticas pedagógicas, promovidas a partir da implementação do Plano Ceibal em Escolas Públicas do Uruguai, propiciam a inclusão escolar e digital de alunos com deficiência. A finalidade dessa investigação foi compreender as potencialidades e as limitações que as práticas educativas com uso de tecnologias oportunizam na efetivação do processo de inclusão de alunos com deficiência e como essas tecnologias configuram tais práticas, identificando a representação construída por professores e alunos, sobre a função das ditas tecnologias (XO) no processo escolar. Este estudo partiu de uma concepção sócio histórica, com cunho qualitativo, evidenciando que, a partir de entrevistas semiestruturadas, com diferentes agentes de inclusão, ou seja, professores e diretores, e de observações de situações diferentes em sala de aula, permitiu traçar-se um panorama do processo inclusivo nas escolas uruguaias, a partir do Plano Ceibal. Os resultados obtidos evidenciaram a falta de preparo para a implementação do Plano Ceibal e a falta de formação tecnológica, levando ao despreparo dos professores para o uso das ferramentas oferecidas pelos computadores portáteis, chamados de XO. Evidenciou-se, também, que as escolas e os professores não têm preparo para utilizar os recursos tecnológicos com alunos com deficiência e que, tecnologicamente, os computadores não permitem adaptações de acessibilidade e tecnologia assistiva necessárias. Dessa forma, constatou-se uma grande evasão dos alunos com deficiência do sistema regular para a Escola Especial. Evidenciou-se que as tecnologias podem ser ferramentas que contribuem para os processos de ensino-aprendizagem desses alunos na construção de conhecimentos, na inclusão social, na comunicação e autonomia, mas tais benefícios não são dados a priori, precisam da participação ativa de professores, alunos e apoio da equipe diretiva, assim como de programas governamentais que ofereçam as condições de infraestrutura e os recursos humanos necessários. |
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