[pt] OS DONOS DO TEMPO: GRAMÁTICA DE MUNDO E POLÍTICA EXTERNA DA EXTREMA-DIREITA BRASILEIRA

[pt] Esta tese propõe uma nova leitura das relações exteriores do Brasil durante o governo Bolsonaro com base na construção teórica da gramática antissemita. A primeira parte da tese se dedica a conceituar esta gramática enquanto linguagem e uma nova lente para enxergar o mundo. Os pilares dessa con...

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Detalles Bibliográficos
Autor: GABRIEL MELO MIZRAHI
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:70622
Acceso en línea:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=70622&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=70622&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.70622
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:[pt] POLITICA EXTERNA
[pt] BOLSONARISMO
[pt] EXTREMA DIREITA
[pt] POLITICA BRASILEIRA
[pt] ANTISSEMITISMO
[en] FOREIGN POLICY
[en] BOLSONARISM
[en] FAR RIGHT
[en] POLICY BRAZILIAN
[en] ANTI-SEMITISM
Descripción
Sumario:[pt] Esta tese propõe uma nova leitura das relações exteriores do Brasil durante o governo Bolsonaro com base na construção teórica da gramática antissemita. A primeira parte da tese se dedica a conceituar esta gramática enquanto linguagem e uma nova lente para enxergar o mundo. Os pilares dessa conceituação são a simplificação maniqueísta, o conspiracionismo, a revolta contra a abstração e a rejeição ao tempo presente e da modernidade. A partir deste referencial teórico, discutimos a gramática antissemita na realidade de formação de identidade nacional na sociedade brasileira. A segunda parte analisa a política externa do governo Bolsonaro na prática, ou o que cada país analisado significa nesta gramática bolsonarista. Israel e Estados Unidos adquirem um status de mesma comunidade imaginária nessa formação de gramática bolsonarista, fazendo parte da chamada civilização judaico-cristã. China e Venezuela, por outro lado, adquirem um significado de um Outro ameaçador e conspirador forjado a partir do anticomunismo, se baseando na gramática antissemita.