A sobrevivência da Tropicália no presente
Este trabalho tem como objetivo analisar a sobrevivência da Tropicália, buscando compreender de que modo ela se ressignifica na contemporaneidade. Parte-se da explanação do contexto histórico no qual o movimento tropicalista emerge, apresentando, em seguida, uma revisão bibliográfica das principais...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/42062 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42062 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES Tropicália Tropicalismo Gilberto Gil Caetano Veloso Tom Zé Tropicalia Tropicalism |
| Sumario: | Este trabalho tem como objetivo analisar a sobrevivência da Tropicália, buscando compreender de que modo ela se ressignifica na contemporaneidade. Parte-se da explanação do contexto histórico no qual o movimento tropicalista emerge, apresentando, em seguida, uma revisão bibliográfica das principais leituras críticas sobre o movimento, produzidas no período de sua eclosão. Após essa etapa inicial, são abordadas as inserções da Tropicália no presente e algumas releituras realizadas sobre ela. Primeiramente, trata-se da atualização dessa manifestação artística e cultural brasileira no campo da política, mais especificamente durante o Ministério da Cultura de Gilberto Gil. Posteriormente, realiza-se um estudo sobre duas polêmicas envolvendo a Tropicália: a primeira, entre o crítico literário Roberto Schwarz e o músico Caetano Veloso, ocorrida em 2012; e, a segunda, deflagrada pela publicação do artigo do artista plástico, escritor e ensaísta Nuno Ramos, intitulado “Suspeito que estamos...”, na Folha de S. Paulo, em 2014. Por último, empreende-se a análise da tese de Tom Zé sobre a Tropicália, presente em seu disco Tropicália lixo lógico, lançado em 2012, a partir da noção de reciclagem cultural. Conclui-se que a Tropicália, adquirindo desde seu início uma instabilidade semântica e uma multiplicidade de usos, se desprende de sua conceitualização como movimento e assume sentidos inconclusos. A Tropicália passa, então, a ser compreendida como signo sempre em devir, nutrido pela existência de uma trama de interpretações, dentre as quais destacamos as de três de seus principais integrantes: Gilberto Gil, Caetano Veloso e Tom Zé. |
|---|