Preditores de insuficiência renal crônica em pacientes de centro de referência em hipertensão arterial

OBJETIVO: Testar variáveis clínicas relacionadas à evolução para insuficiência renal crônica avaliadas rotineiramente em hipertensos e que possam ser utilizadas como instrumento preditivo, possibilitando seu acesso em qualquer nível de assistência. MÉTODOS: Foram avaliados 358 pacientes do Centro de...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Moraes, Cinthia Esbrile, Cerolli, Camila Farias, Silva, Vanessa Santos, Franco, Roberto Jorge da Silva [UNESP], Habermann, Francisco [UNESP], Matsubara, Beatriz Bojikian [UNESP], Martin, Luis Cuadrado [UNESP]
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/29862
Acceso en línea:http://dx.doi.org/10.1590/S0104-42302009000300015
http://hdl.handle.net/11449/29862
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Hipertensão
Insuficiência renal crônica
Nefroesclerose
Hypertension
Chronic renal insufficiency
Nephrosclerosis
Descripción
Sumario:OBJETIVO: Testar variáveis clínicas relacionadas à evolução para insuficiência renal crônica avaliadas rotineiramente em hipertensos e que possam ser utilizadas como instrumento preditivo, possibilitando seu acesso em qualquer nível de assistência. MÉTODOS: Foram avaliados 358 pacientes do Centro de Hipertensão Arterial da Faculdade de Medicina de Botucatu -UNESP. Destes, 210 apresentavam uma segunda avaliação da filtração glomerular e foram utilizados na análise. Aplicou-se regressão logística para identificar características clínicas que se associassem de maneira independente com o desfecho filtração glomerular final igual ou inferior a 60 ml/min. RESULTADOS: No total da casuística, apenas a proteinúria à urina I associou-se de maneira independente ao desfecho. Entre os 175 pacientes com filtração glomerular inicial superior a 60 ml/min, a presença de proteinúria à urina I, o gênero feminino e a idade igual ou superior a 50 anos foram preditores da evolução para filtração glomerular final igual ou inferior a 60 ml/min. CONCLUSÃO: A proteinúria avaliada à urina I foi um fator de risco associado ao desenvolvimento de insuficiência renal crônica independente de outros co-fatores analisados. Hipertensos primários com proteinúria à urina I devem receber atenção redobrada no sentido de prevenir a evolução para insuficiência renal crônica.