Seu Cangira, Deixa a Gira Girar: A Cabula Capixaba e seus Vestígios em Minas Gerais
Buscamos promover com o presente artigo um resgate da Cabula, religião afro-capixaba, antiga ”“ a primeira a ganhar nome próprio a partir dos heterogêneos Calundus coloniais ”“ e de culto aparentemente descontinuado no Brasil hodierno. Assim, a partir de bibliografia especializada e de informações c...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de Brasília (UnB) |
| Repositorio: | Revista Calundu |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/7634 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.unb.br/index.php/revistacalundu/article/view/7634 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cabula. Calundu. Macumba. Umbanda. Quimbanda. |
| Sumario: | Buscamos promover com o presente artigo um resgate da Cabula, religião afro-capixaba, antiga ”“ a primeira a ganhar nome próprio a partir dos heterogêneos Calundus coloniais ”“ e de culto aparentemente descontinuado no Brasil hodierno. Assim, a partir de bibliografia especializada e de informações coletadas com um religioso iniciado na Cabula ”“ o pai de santo capixaba Tateto Nepanji, buscamos descrever os principais aspectos de seu culto e crença. Em seguida, apresentamos alguns vestígios de práticas cabulistas ainda presentes em rituais angoleiros praticados em Minas Gerais, onde pai Nepanji se radica. Os vestígios da Cabula apontam ainda para a força e continuidade de uma linguagem ritual angoleira, que sobrevive no Brasil desde os tempos dos primeiros Calundus coloniais. |
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