Avaliação da resistência de biótipo de Amaranthus Viridis ao Herbicida Glifosato / Evaluation of the resistance of biotype of caruru to Herbicide Glyphosate
No Brasil, a resistência de plantas daninhas é um processo que vem evoluindo gradativamente, prejudicando desta forma profissionais vinculados ao agronegócio como um todo, impactando o custo da lavoura e o meio ambiente. Sua resistência advém de biótipos previamente existentes nas áreas de produção,...
| Authors: | , , |
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2021 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repository: | Revista Veras |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/38784 |
| Online Access: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/38784 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Amaranthus viridis competição EPSPs. |
| Summary: | No Brasil, a resistência de plantas daninhas é um processo que vem evoluindo gradativamente, prejudicando desta forma profissionais vinculados ao agronegócio como um todo, impactando o custo da lavoura e o meio ambiente. Sua resistência advém de biótipos previamente existentes nas áreas de produção, que tem sua frequência de ocorrência aumentada em função do insucesso no controle diante de aplicações repetidas e perduradas de herbicidas os quais apresentam o mesmo princípio ativo ou utilização contínua do mesmo produto fitossanitário. Os casos de resistência ao glifosato vêm aumentando, sendo necessário evitar a perda da viabilidade do produto. Nesse contexto, biótipos da espécie Amaranthus viridis, o caruru, tem apresentado dificuldade em seu controle. Diante da constante evolução de casos de resistência de plantas daninhas a herbicidas, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a existência de resistência de biótipo de A. viridis ao herbicida glifosato na região de Campo Grande - MS. As sementes de caruru foram semeadas em bandeja plástica com capacidade de 2 litros e seu transplante foi realizado 14 dias após a semeadura. Foram utilizados 4 tratamentos, cada um com 30 repetições. Os tratamentos consistiram em: T0 (tratamento controle sem aplicação de glifosato); T1 (1000 g p.c. ha-1); T2 (2000 g p.c. ha-1); T3 (4000 g p.c. ha-1). Constatou-se que T0 (tratamento controle sem aplicação de glifosato); T1 (1000 g p.c. ha-1), não se diferenciaram. Foi observado no trabalho um maior número de plantas que sobreviveram no T1(100%), porém utilizou-se uma dosagem que corresponde à metade da recomendada para caruru. No que diz respeito ao segundo tratamento, T2 (dosagem recomendada para controle de caruru na cultura da soja) observou-se 60% de sobrevivência. Por fim, no tratamento T3 não se observou sobrevivência. A partir dos resultados obtidos no presente trabalho, foi possível registrar a presença de biótipo de Amaranthus viridis com características de resistência ao herbicida glifosato em Campo Grande - MS. |
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