New wine in old wineskins: mass society,spectacularization and new technologies in Black Mirror
O texto trata-se de uma resenha crítica do livro Isso (não) é muito Black Mirror, lançado por André Lemos, em 2018. Nele o autor discute como, apesar de tocar em temas caros à comunicação – como sociedade midiática, mídias digitais, redes sociais, as questões do corpo, da vigilância e demais tecnolo...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Matrizes (Online) |
| Idioma: | portugués inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/168630 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/168630 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Black Mirror novas tecnologias sociedade midiática new technologies media society |
| Sumario: | O texto trata-se de uma resenha crítica do livro Isso (não) é muito Black Mirror, lançado por André Lemos, em 2018. Nele o autor discute como, apesar de tocar em temas caros à comunicação – como sociedade midiática, mídias digitais, redes sociais, as questões do corpo, da vigilância e demais tecnologias – a série apenas tangencia questões cruciais do século passado. Mesmo que sem negar a importância dos temas discutidos, o livro faz uma crítica às abordagens já ultrapassadas de Black Mirror, que nem de longe conseguem vislumbrar os atuais problemas e desafios da contemporaneidade. Por trás de uma perspectiva que aparentemente fala do futuro, o que se tem, na realidade, são novas tecnologias sendo apresentadas com roupagens velhas. |
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