Francisco Ayala e José Sanchis Sinisterra: o lampejo da reminiscência e a palavra calada

Como significar a experiência da guerra? Como narrar o horror e a brutalidade extrema? Nessa pesquisa, buscamos realizar uma leitura das obras La cabeza del cordero, de Francisco Ayala e Terror y miseria en el primer franquismo, de José Sanchis Sinisterra, ambos autores espanhóis, verificando a rela...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Luiza Santana Chaves
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2010
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositório:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/ECAP-8BQFJT
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/1843/ECAP-8BQFJT
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Memória
Guerra Civil Espanhola
Experiência
Ficção
Ficção espanhola História e crítica
Sanchis Sinisterra, José Terror y miseria en el primer franquismo Crítica e interpretação
Ayala, Francisco, 1906- La cabeza del cordero Crítica e interpretação
Literatura Estética
Literatura e história
Franquismo
Espanha História Guerra Civil 1936-1939 Literatura e a guerra
Teatro Estética
Descrição
Resumo:Como significar a experiência da guerra? Como narrar o horror e a brutalidade extrema? Nessa pesquisa, buscamos realizar uma leitura das obras La cabeza del cordero, de Francisco Ayala e Terror y miseria en el primer franquismo, de José Sanchis Sinisterra, ambos autores espanhóis, verificando a relação entre memória, experiência e ficção suscitada pelos contextos da Guerra Civil Espanhola e do período pós-guerra imediato, o chamado primeiro franquismo, presentes nessas obras. Nosso principal intento foi o de perceber e apontar algumas nuances no modo de contar/exteriorizar dessas textualidades que deixam entrever uma época povoada por enfrentamentos marcadamente político-ideológicos, cujas experiências atrozes geraram como heranças uma memória amarga e silenciada pela censura, pela autodefesa, pela impossibilidade de ser transmitida, pela necessidade de esquecer.