José Martí e a educação popular: um retorno às fontes
Este artigo apresenta uma leitura de José Martí como fonte histórica da educação popular na América Latina. Parte-se do pressuposto de que não pode haver uma verdadeira refundamentação sem o retorno àquilo que sejam momentos, idéias ou princípios fundantes da educação popular. Após situar brevemente...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Educação e Pesquisa |
| Idioma: | portugués inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/28072 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/ep/article/view/28072 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Educação Popular José Martí América Latina Popular education Latin America |
| Sumario: | Este artigo apresenta uma leitura de José Martí como fonte histórica da educação popular na América Latina. Parte-se do pressuposto de que não pode haver uma verdadeira refundamentação sem o retorno àquilo que sejam momentos, idéias ou princípios fundantes da educação popular. Após situar brevemente o pensamento e a obra de José Martí, caracteriza-se o conceito de educação popular como educação do povo, no sentido de educação universal. Num outro nível, busca-se identificar na obra de Martí traços da educação popular como um movimento político-pedagógico que se configura especialmente a partir da segunda metade do século passado. A premissa é que, num dado momento, educação do povo e educação popular deixam de ser termos equivalentes e que, em José Martí, temos elementos para pensar esses dois termos de forma dialética, num movimento de recriação de uma prática que, embora cindida pelas contingências históricas, é única. São identificados em sua obra quatro princípios da educação popular: a valorização da pluralidade de saberes; a relação interpessoal como ambiente para o aprender-ensinar e base para a transformação social; o conhecimento da realidade a partir de uma perspectiva emancipatória como ato político; e a educação como processo autoformativo da sociedade. |
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