La herida que es recordar: história e memória no romance Fe en disfraz de Mayra Santos-Febres

A dissertação intitulada La herida que es recordar: história e memória no romance Fe en dizfraz de Mayra Santos-Febres propõe uma leitura do romance referenciado no título de autoria da porto-riquenha Mayra Santos-Febres, focalizando-se as propostas interpretativas da escritora para categorias como...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Anjos, Rejane Sousa dos
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFBA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufba.br:ri/42130
Acesso em linha:https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42130
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES
Literatura Afrolatina
Fe en disfraz
Mayra Santos-Febres
História
Memória
Afrolatin Literature
History
Memory
Descrição
Resumo:A dissertação intitulada La herida que es recordar: história e memória no romance Fe en dizfraz de Mayra Santos-Febres propõe uma leitura do romance referenciado no título de autoria da porto-riquenha Mayra Santos-Febres, focalizando-se as propostas interpretativas da escritora para categorias como memória e história, e o modo como articula ficcionalmente as histórias-memórias agenciadas no texto. Memória e história são temas muito explorados atualmente, entretanto, na pesquisa desenvolvida, o tema será abordado considerando os contextos de Brasil e Porto Rico referenciados no corpus da pesquisa. Contemporaneamente, tem-se produzido inúmeras releituras de versões apresentadas pela historiografia tradicional no que tange a memória da colonização e da escravização, é justamente esse movimento que se observa no romance ora estudado, assim, esta pesquisa objetiva visibilizar a produção intelectual e artística de autoria feminina e negra que, no contexto da América Latina, se propõe a reler criticamente memórias ancestrais, como é o caso de Santos-Febres. Para tanto dialogamos com referenciais teóricos advindos dos Estudos Culturais, da Teoria da Literatura, dos Estudos Feministas, dentre os quais estão os autores Stuart Hall (2003), Tomás Tadeu (2014); bell hooks (1995), Chimamanda Adieche (2014), Florentina Souza (2006), Lélia Gonzáles (1998), Angela Davis (2013) Home Bhabha (1998), Lélia Gonzáles (1998), Euridice Figueiredo (2010), Pollack (1986), Ricouer (2007), Nora (1996), Benjamin (2012), dentre outros. Em diálogo com esse referencial, a memória é aqui trabalhada como produção, isto é, no romance Fe en disfraz, a memória não é individual, mas coletiva, assim como não é espontânea, mas produzida, em função de questões como o dever de memória e a política da memória. Assim, Mayra Santos-Febres pode ser inserida dentro de um grupo de intelectuais insurgentes, por se comprometer em fazer uma leitura a contra pelo das histórias-memórias das mulheres de que trata a narrativa literária aqui estudado.