O AUTISMO FEMININO, O BÁSICO QUE DEVEMOS SABER
Neste trabalho será sintetizado a questão do autismo feminino. O diagnóstico do autismo no sexo feminino é registrado bem mais tarde do que no sexo masculino, por questões culturais e sociais, principalmente nas classes populares. Se há contratempos entre autistas do sexo masculino de classe média,...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Associação para Promoção de Ações e Projetos Interdisciplinares em Educação e Pesquisa |
| Repositorio: | Revista Nova Paideia |
| Idioma: | portugués |
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O AUTISMO FEMININO, O BÁSICO QUE DEVEMOS SABER autismo femininodiagnóstico tardiotranstorno do espectro autistaclasse popularNeste trabalho será sintetizado a questão do autismo feminino. O diagnóstico do autismo no sexo feminino é registrado bem mais tarde do que no sexo masculino, por questões culturais e sociais, principalmente nas classes populares. Se há contratempos entre autistas do sexo masculino de classe média, neste caso consideraremos mais os oriundos das classes desfavorecidas. As comorbidades do TEA feminino estão modestamente sendo estudadas e pesquisadas. Nas escolas, as meninas “mascaram”, “camuflam” o autismo. A família, na verdade, aceitam, banalizam o fato da menina ser peculiar, protelando os cuidados. Na literatura brasileira são demostrados poucos estudos referentes ao TEA feminino. Agora podemos presumir como de fato é bem difícil para uma criança do sexo feminino, pobre, parda, moradora de uma comunidade carente. Considerando matriculada em uma escola pública situada em um bairro complexo da cidade de São Gonçalo, área metropolitana do Rio de Janeiro. É uma odisseia receber o diagnóstico e ser assistida por uma equipe multidisciplinar competente. A situação não é fictícia, nem o trabalho da Equipe Pedagógica em buscar apoio para essas alunas, embora não seja fácil até mesmo na visualização e suposição de casos devido as comorbidades que ofuscam. Logo o Autismo Feminino, o básico que devemos saber.Grupo Nova Paideia2024-12-06info:eu-repo/semantics/articleinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfhttp://ojs.novapaideia.org/index.php/RIEP/article/view/60110.36732/riep.v6i3.601Revista Nova Paideia - Revista Interdisciplinar em Educação e Pesquisa; v. 6 n. 3 (2024): Anais: VII Jornada Ibero-Americana de Pesquisas em Políticas Educacionais e Experiências Interdisciplinares na Educação; 993-10042674-5976reponame:Revista Nova Paideiainstname:Associação para Promoção de Ações e Projetos Interdisciplinares em Educação e Pesquisainstacron:APAPIEPporhttp://ojs.novapaideia.org/index.php/RIEP/article/view/601/431Copyright (c) 2024 Revista Nova Paideia - Revista Interdisciplinar em Educação e Pesquisainfo:eu-repo/semantics/openAccessBastos, Silvana Azevedo2024-12-14T12:39:57Zoai:ojs.ojs.novapaideia.org:article/601Revistahttp://ojs.novapaideia.org/index.php/RIEP/ONGhttp://ojs.novapaideia.org/index.php/RIEP/oaicnns77@gmail.com2674-59762674-5976opendoar:2024-12-14T12:39:57Revista Nova Paideia - Associação para Promoção de Ações e Projetos Interdisciplinares em Educação e Pesquisafalse |
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Neste trabalho será sintetizado a questão do autismo feminino. O diagnóstico do autismo no sexo feminino é registrado bem mais tarde do que no sexo masculino, por questões culturais e sociais, principalmente nas classes populares. Se há contratempos entre autistas do sexo masculino de classe média, neste caso consideraremos mais os oriundos das classes desfavorecidas. As comorbidades do TEA feminino estão modestamente sendo estudadas e pesquisadas. Nas escolas, as meninas “mascaram”, “camuflam” o autismo. A família, na verdade, aceitam, banalizam o fato da menina ser peculiar, protelando os cuidados. Na literatura brasileira são demostrados poucos estudos referentes ao TEA feminino. Agora podemos presumir como de fato é bem difícil para uma criança do sexo feminino, pobre, parda, moradora de uma comunidade carente. Considerando matriculada em uma escola pública situada em um bairro complexo da cidade de São Gonçalo, área metropolitana do Rio de Janeiro. É uma odisseia receber o diagnóstico e ser assistida por uma equipe multidisciplinar competente. A situação não é fictícia, nem o trabalho da Equipe Pedagógica em buscar apoio para essas alunas, embora não seja fácil até mesmo na visualização e suposição de casos devido as comorbidades que ofuscam. Logo o Autismo Feminino, o básico que devemos saber. |
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