Hermenêutica e linguagem: não é possível pensar sem palavras
O artigo percorre o início das discussões sobre a nascente filosofia da linguagem na Alemanha do século XIX a partir da compreensão cada vez mais difundida de que é impossível pensar sem palavras, de que razão é o mesmo que linguagem. Daí surgem algumas perspectivas fundamentais que se complementam...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Pandaemonium Germanicum (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/235636 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/pg/article/view/235636 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Vernunft Sprache Hermeneutik klassische deutsche Philosophie Sprachphilosophie reason language hermeneutics classical German philosophy philosophy of language razão linguagem hermenêutica filosofia clássica alemã filosofia da linguagem |
| Sumario: | O artigo percorre o início das discussões sobre a nascente filosofia da linguagem na Alemanha do século XIX a partir da compreensão cada vez mais difundida de que é impossível pensar sem palavras, de que razão é o mesmo que linguagem. Daí surgem algumas perspectivas fundamentais que se complementam e contrapõem para compreender o que é a linguagem. Seria ela um distanciamento do mundo real e objetivo à medida que reduz as coisas a conceitos e signos? Ou seria ela a qualidade exclusivamente humana de criar um mundo paralelo ao mundo natural, fruto da liberdade e da razão? Os problemas dessas duas concepções não são pequenos, mas alguns autores, como F. Schlegel e F. Schleiermacher, propõem uma resposta original para os paradoxos em que a linguagem nos enreda. No final das contas, é impossível pensar fora da linguagem e, por isso, é preciso encontrar um caminho nela e a partir dela. |
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