Projeto de Vida, Dispositivo de Racialidade e Prática Antirracista: Relato de Experiência Profissional na Socioeducação
O presente artigo é um relato de experiência cujo objetivo é apresentar um processo de construção profissional que busca tornar-se antirracista e que se organiza na construção de projetos de vida. A super-representação da população negra em instituições socioeducativas restritivas da liberdade dá-se...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Estudos e Pesquisas em Psicologia (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/83501 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/revispsi/article/view/83501 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | racism socio-education adolescent in conflict with the law raciality device racismo socioeducação adolescente em conflito com a lei dispositivo de racialidade socioeducación delincuencia juvenil dispositivo de racialidad |
| Sumario: | O presente artigo é um relato de experiência cujo objetivo é apresentar um processo de construção profissional que busca tornar-se antirracista e que se organiza na construção de projetos de vida. A super-representação da população negra em instituições socioeducativas restritivas da liberdade dá-se em virtude de um aparelhamento do dispositivo da racialidade que condiciona precariedades e tem impactos sobre a subjetividade desses adolescentes. Nesse sentido, as estratégias de construção do projeto de vida precisam construir resistência aos processos incidentes do racismo estrutural brasileiro. O presente artigo, portanto, apresenta estratégias de atuação fruto das reflexões e implicações de um psicólogo negro no contexto socioeducativo, o qual busca contemplar a realidade racial na construção do seu fazer. Assim, consideramos como fundamental aos profissionais construir propostas que resgatem a natureza cognoscente da população atendida, bem como favoreça o contato com a própria ancestralidade e recursos comunitários que promovam uma relocalização na própria família, comunidade e sociedade. |
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