Território da pesca: o uso do espaço aquático no Baixo Rio Solimões - Município de Manacapuru AM.

A Amazônia é abundante em recursos naturais. Seus ambientes de várzea e terra firme são propícios às atividades haliêuticas, cada vez mais procuradas pelos pescadores ribeirinhos. A pesca artesanal é uma atividade muito praticada pelos moradores da Amazônia e esta prática não é diferente na Costa do...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Abreu, Georgete Cabral de, http://lattes.cnpq.br/8429059215295814
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFAM
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://tede.ufam.edu.br/handle/:tede/2797
Acceso en línea:http://tede.ufam.edu.br/handle/tede/2797
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Território
Territorialidade
Pesca
Comunidade
Territory
Territoriality
Fishing
Community
CIÊNCIAS HUMANAS: GEOGRAFIA
Descripción
Sumario:A Amazônia é abundante em recursos naturais. Seus ambientes de várzea e terra firme são propícios às atividades haliêuticas, cada vez mais procuradas pelos pescadores ribeirinhos. A pesca artesanal é uma atividade muito praticada pelos moradores da Amazônia e esta prática não é diferente na Costa do Laranjal, município de Manacapuru, Estado do Amazonas, área de estudo deste trabalho. A pesca realizada pelos atores sociais desta localidade faz-se em locais territorializados, embora estes espaços aquáticos sejam legalmente de acesso livre e de uso comum. A gestão desses territórios é realizada pelos atores sociais que habitam aquela área. Pretende-se com essa pesquisa analisar o uso do rio principal e a apropriação do espaço aquático, em função do capital extraído da água, bem como a sua relação com a indústria pesqueira. Para a realização deste trabalho, foi necessário: levantamento bibliográfico, pesquisa de campo, com entrevistas semiestruturadas e relato de história oral, uso de GPS para demarcação dos locais de pesca, máquina fotográfica, gravador, além de outros recursos metodológicos. Desta forma, os pescadores são subordinados a esses processos criados pelo próprio sistema de produção capitalista. Nessa relação, ambos são beneficiados, porém, os empresários ficam com a maior parcela do rendimento total. Verificou-se que os pescadores estão subordinados aos processos impostos pelo sistema capitalista, desenvolvendo suas atividades na terra e na água combinando as mesmas.