RECENT BRAZIL: (dis)protection of social protection and its repercussions in PNAS/SUAS

Este artigo tem como escopo uma reflexão a respeito da proteção social no país, analisando os limites e as possibilidades das intervenções do Estado para materialização do SUAS, através da garantia de um padrão de proteção que amplie o acesso das seguranças sociais afiançadas pela Política de Assist...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Silva, Emanuel Luiz Pereira da, Pereira, Ilzamar Silva, Araújo, Maria do Socorro Sousa de, Conserva, Marinalva de Sousa
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
Repositorio:Revista de Políticas Públicas (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.periodicoseletronicos.ufma.br:article/24491
Acceso en línea:https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/rppublica/article/view/24491
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Social Protection
Social Assistance
SUAS
Fiscal Austerity
Proteção Social
Assistência Social
Austeridade Fiscal
Ultraneoliberalismo
Descripción
Sumario:Este artigo tem como escopo uma reflexão a respeito da proteção social no país, analisando os limites e as possibilidades das intervenções do Estado para materialização do SUAS, através da garantia de um padrão de proteção que amplie o acesso das seguranças sociais afiançadas pela Política de Assistência Social, com financiamento, em um Brasil que insiste em manter a lógica da austeridade fiscal. Aborda-se a PNAS/SUAS após o golpe de 2016, no âmbito do governo Temer, seguido pelos desmontes do governo Bolsonaro, com destaque para a imposição de limites para os gastos na área social e utilização de despesas com juros ilimitados para alimentação do capital financeiro. Por fim, faz-se considerações críticas ao Brasil recente e atual, discutindo a necessidade de reconstrução do Estado brasileiro e do SUAS na perspectiva de reestabelecimento da proteção social que compete à PNAS, contrapondo-se aos efeitos nocivos do ultraneoliberalismo.