Uso seguro de anticoncepcionais hormonais injetáveis segundo critérios médicos de elegibilidade / Safe use of injectable hormonal contraceptives according to medical eligibility criteria

Objetivo: Classificar usuárias de anticoncepcionais hormonais injetáveis (AHI) quanto ao uso seguro segundo os critérios médicos de elegibilidade da Oraganização Mundial da Saúde (OMS) e verificar a associação entre tipo de injetável e tempo de uso com o uso seguro. Métodos: Estudo transversal, desc...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Farias, Ana Gesselena da Silva, Lima, Adman Câmara Soares, Brasil, Raquel Ferreira Gomes, Moura, Escolástica Rejane Ferreira, Cunha, Maria da Conceição dos Santos Oliveira, Melo, Francisca Mayra de Sousa
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2018
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
Repository:Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental Online
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:ojs.seer.unirio.br:article/6044
Online Access:https://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/6044
Access Level:Open access
Keyword:enfermagem
planejamento familiar
critérios médicos de elegibilidade
Anticoncepcionais
Avaliação
Critérios Médicos de Elegibilidade.
Description
Summary:Objetivo: Classificar usuárias de anticoncepcionais hormonais injetáveis (AHI) quanto ao uso seguro segundo os critérios médicos de elegibilidade da Oraganização Mundial da Saúde (OMS) e verificar a associação entre tipo de injetável e tempo de uso com o uso seguro. Métodos: Estudo transversal, descritivo e exploratório. A população foi composta pelas 52 usuárias de AHI. Os dados foram coletados por meio de entrevista, que seguiu formulário elaborado pelas autoras, sendo identificado fatores que contraindicassem ou indicassem o uso do método, classificando-as em categorias de 1 a 4. O Projeto foi aprovado pelo Comitê de ética e pesquisa da Universidade Federal do Ceará, CAEE:36668314.3.0000.5054. Resultados:Foram identificadas 44 (84,7%) mulheres em uso seguro e 8 (15,3%) inseguro. Usuárias há mais de um ano tiveram uma frequência maior de uso inseguro (p=0,001). Conclusão: Seguir as recomendações da OMS deve ser rotina nas cosultas de enfermagem visando à proteção e segurança da mulher.