Mia Couto e a simbologia de embarcações aquáticas : navegar, mais do que preciso, é sonhável
Buscar, nos meandros de três romances do escritor moçambicano Mia Couto, quaisquer referências a barcos, barcas, naus, navios, canoas (enfim, a transportes aquáticos em geral) e perceber como as diferentes simbologias e significados que esses elementos carregam relacionam-se com e enriquecem tais na...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2.pucrs.br:tede/2140 |
| Acesso em linha: | http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/2140 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | LITERATURA MOÇAMBICANA COUTO, MIA - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO TEORIA LITERÁRIA SÍMBOLOS CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS |
| Resumo: | Buscar, nos meandros de três romances do escritor moçambicano Mia Couto, quaisquer referências a barcos, barcas, naus, navios, canoas (enfim, a transportes aquáticos em geral) e perceber como as diferentes simbologias e significados que esses elementos carregam relacionam-se com e enriquecem tais narrativas são os principais objetivos desta pesquisa. Assim, os textos literários a formarem o corpus do presente estudo são Terra sonâmbula, O outro pé da sereia e A confissão da leoa cada volume representando uma década da produção do autor, uma vez que os livros foram publicados em 1992 (seu primeiro romance), 2006 e 2012, respectivamente. Já a teoria do trabalho embasa-se, principalmente, nas obras de Gilbert Durand, Gaston Bachelard, Carl Gustav Jung e Mircea Eliade, no que diz respeito às questões relacionadas ao imaginário e a seu funcionamento. Porém, também faz-se importante verificar aqueles aspectos específicos acerca de Moçambique, de sua cultura, sociedade e crenças, e também do escritor cuja obra é aqui analisada, a fim de descobrir como essas particularidades podem modificar o imaginário relacionado a transportes aquáticos dentro dos textos literários em questão. Para isso, foram selecionados os estudos dos teóricos Laura Padilha, Ana Mafalda Leite, Pires Laranjeira, Inocência Mata, entre outros. |
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