Amores marginais e hibridismo no conto de Mia Couto

O presente ensaio examina contos extraídos do livro Cada homem é uma raça (1990), do escritor moçambicano Mia Couto, considerando os aspectos históricos que marcam tal produção. Ao mesmo tempo, procura caracterizar as estratégias empregadas pelo autor ao revisitar a situação colonial e pós-colonial...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Fornos, José Luís Giovanoni
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Repositorio:Navegações (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistaseletronicas.pucrs.br:article/10188
Acceso en línea:https://revistaseletronicas.pucrs.br/navegacoes/article/view/10188
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Identidades híbridas
Literatura moçambicana
Mia Couto
Descripción
Sumario:O presente ensaio examina contos extraídos do livro Cada homem é uma raça (1990), do escritor moçambicano Mia Couto, considerando os aspectos históricos que marcam tal produção. Ao mesmo tempo, procura caracterizar as estratégias empregadas pelo autor ao revisitar a situação colonial e pós-colonial do seu país. Enfatiza a tese do hibridismo cultural como demarcação crítica às identidades localizadas a partir do nacionalismo étnico-racial. Marginal love affair and hybridism in Mia Couto’s short-stories Abstract: In this study, short-stories from the book Cada homem é uma raça (1990), by the Mozambican writer Mia Couto, are analyzed based on the historical aspects underlying such work. The strategies used by the author to revisit the postcolonial and colonial situation of his country is sought to be characterized. Therefore, the theory of cultural hybridism is brought up as a critical reading of identities located on the grounds of ethnic-racial nationalism. Keywords: Hybrid identities; Mozambican literature; Mia Couto