INIBIÇÃO DO PROCESSO INFLAMATÓRIO PELO TREINAMENTO AERÓBICO EM INDIVÍDUOS DE MODERADO A ALTO RISCO CARDIOVASCULAR: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO
Fundamento: estudos observacionais têm sugerido uma associação inversa entre inflamação crônica sistêmica e o exercício aeróbico, contudo, estudos intervencionistas não confirmam esses achados. Objetivo: testar a hipótese de que o exercício aeróbico reduz a atividade inflamatória em indivíduos de mo...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBM) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.bahiana.edu.br:bahiana/400 |
| Acceso en línea: | http://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/400 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | doença cardiovascular inflamação crônica sistêmica exercício aeróbico proteína-C reativa |
| Sumario: | Fundamento: estudos observacionais têm sugerido uma associação inversa entre inflamação crônica sistêmica e o exercício aeróbico, contudo, estudos intervencionistas não confirmam esses achados. Objetivo: testar a hipótese de que o exercício aeróbico reduz a atividade inflamatória em indivíduos de moderado a alto risco cardiovascular. Desenho do estudo: ensaio clínico randomizado. Material e Métodos: indivíduos adultos, com moderado a alto risco para doenças cardiovasculares de acordo com os critérios do ATP, foram randomizados em grupo treino (predefinidos para treino aeróbico moderado); e, grupo controle (orientações de ações higiênico-dietéticas regulares). A Proteína-C reativa (PCR) foi mensurada neste estudo no início e após 12 semanas de intervenção. Resultados: sessenta e oito (68) indivíduos de ambos os sexos foram inseridos no estudo com idade de 59 ±11 anos, sendo 36 (57%) do sexo feminino. No grupo controle a PCR aumentou de uma mediana de 2,2 (interva1o interquartil= 1,03 - 4,3) para 3,2 (2,4 - 5,5) após 12 semanas -p=0,006. De forma oposta, o grupo treino não experimentou um significativo aumento na PCR no início do estudo (mediana de 1,7; intervalo interquartil de 0,97 - 4,8) para o fim do estudo(mediana = 2,5; intervalo interquartil= 1,0 - 4,7) - p= 0,46. Por conseguinte, o aumento relativo da PCR no grupo controle foi de 58% versus 17% no grupo treino (p=0,046). Conclusão: O treinamento físico aeróbico por 12 semanas inibe a inflamação sistêmica em indivíduos de moderado a alto risco cardiovascular. |
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