Relembrando Rónai, amante e mestre de letras latinas
Neste artigo, gostaríamos de relembrar alguns aspectos das boas relações de Paulo Rónai com o latim, sua literatura e seu magistério. Nascido na Hungria na primeira metade do século XX, o intelectual de origem judaica viu-se coagido a mudar-se para o Brasil na década de 40 por causa das perseguições...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Phaos (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.iel.unicamp.br:article/4590 |
| Acesso em linha: | https://revistas.iel.unicamp.br/index.php/phaos/article/view/4590 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Paulo Rónai. Língua latina. Literatura latina. Crítica literária. Magistério. Latim. Línguas Clássicas |
| Resumo: | Neste artigo, gostaríamos de relembrar alguns aspectos das boas relações de Paulo Rónai com o latim, sua literatura e seu magistério. Nascido na Hungria na primeira metade do século XX, o intelectual de origem judaica viu-se coagido a mudar-se para o Brasil na década de 40 por causa das perseguições dos nazistas na Europa. Aqui estabelecido, notabilizou-se como professor de latim e francês, tradutor de vários idiomas para o português, coordenador editorial e ensaísta. Essa trajetória profissional e de pensamento encontra-se hoje documentada para o público geral, sobretudo, nos muitos textos de reflexão crítica que escreveu, por exemplo, sobre as letras de Roma Antiga e seu ensino. Será justamente de ensaios contidos, entre outras fontes, em Como aprendi o português, e outras aventuras (1956) e A tradução vivida (1976) que nos serviremos para acompanhar algo de sua atuação como empenhado latinista. |
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