Indução de resistência a Tomato severe rugose virus e Tomato chlorosis virus em tomateiro determinado
Uma das principais causas da perda de produção do tomateiro ocorre devido à infecção precoce das plantas por vírus dos quais podemos destacar as espécies Tomato severe rugose virus (ToSRV) e Tomato chlorosis virus (ToCV). O controle de vírus é muito difícil, e diversas táticas podem ser utilizadas p...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/134318 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/134318 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Begomovirus Crinivirus Solanum lycopersicum qPCR |
| Sumario: | Uma das principais causas da perda de produção do tomateiro ocorre devido à infecção precoce das plantas por vírus dos quais podemos destacar as espécies Tomato severe rugose virus (ToSRV) e Tomato chlorosis virus (ToCV). O controle de vírus é muito difícil, e diversas táticas podem ser utilizadas pelo produtor, dos quais podemos citar o uso de produtos químicos que causam efeitos fisiológicos secundários. Nesta linha o presente trabalho avaliou o efeito da aplicação de Piraclostrobina+Metiran (Cabrio Top®) na produção e qualidade de frutos de tomate em plantas infectadas por ToSRV e ToCV, em diferentes fases fenológicas do ciclo da cultura. O ToSRV também foi quantificado por qPCR nestas plantas. Dois experimentos foram realizados paralelamente, onde um recebeu um pré-tratamento pela aplicação de Piraclostrobina+Metiram (P+M) (3 g. l -1) (BASF) ® + Boscalida (0,3 g. l -1) (BASF) ® na bandeja após a semeadura e no outro as mudas de tomateiro não receberam nenhum produto. Os tratamentos foram constituídos da inoculação do vírus por Bemisia tabaci biótipo B aos 15, 30, 45, 60, 75 dias após o transplantio (DAT) com aplicação ou não de Piraclostrobina+Metiram (P + M) (4.0 g. l -1). O ToSRV foi detectado por RCA-PCR e qPCR e o ToCV por NESTED RT-PCR , além das caraterísticas de produção e qualidade de frutos terem sido avaliadas. Os resultados obtidos demonstraram que plantas infectadas após os 45 DAT são menos afetadas pela infecção de ToSRV e ToCV e a aplicação de P + M ao longo do ciclo da cultura trouxe benefícios ao tomateiro uma vez que características de produção e qualidade dos frutos foram menos afetadas. A replicação viral do ToSRV foi negativamente influenciada pela aplicação do P + M sugerindo um possível envolvimento de mecanismos de resistência da planta ao vírus induzidos pelo produto. |
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