Aspectos clinico-epidemiológicos das neoplasias mamárias em cadelas atendidas pela UNESP - Câmpus de Jaboticabal
Estudos clinico-epidemiológicos reúnem informações importantes a respeito do comportamento de uma doença e do conhecimento e postura dos tutores em relação à essa doença, desta forma, revelam a realidade de uma região em um determinado período. Em cadelas, as neoplasias mamárias são as mais frequent...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/144389 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/144389 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cães Câncer Glândula mamária Prevalência Tumor |
| Sumario: | Estudos clinico-epidemiológicos reúnem informações importantes a respeito do comportamento de uma doença e do conhecimento e postura dos tutores em relação à essa doença, desta forma, revelam a realidade de uma região em um determinado período. Em cadelas, as neoplasias mamárias são as mais frequentes, sendo prevenidas pela realização da castração precoce. A proposta deste trabalho foi avaliar os aspectos clínicos e epidemiológicos das cadelas com tumor de mama. Foram obtidos dados clínicos e epidemiológicos de 54 pacientes mediante questionário aplicado aos tutores e, adicionalmente, foram analisados os laudos histopatológicos. Das 54 pacientes selecionadas foram identificadas 21 raças, sendo o SRD foi prevalente (29,63%), a idade média foi de 10,3 anos, a maioria das pacientes (68,52%) não foi submetida à ovariohisterectomia, e as que foram (31,48%), foram realizadas após 2,5 anos de idade. O tempo médio de evolução da doença foi de 12 meses. Das pacientes, 44 (81,48%) apresentavam lesões múltiplas, em 38 (70,37%) acometiam ambas as cadeias mamárias. Foram analisadas 163 lesões, sendo 84 (51,53%) localizados na cadeia mamária esquerda, e, a mama mais acometida foi a mama inguinal (34,97%). Das 163 lesões analisadas 21 (12,88%) eram lesões não neoplásicas, 21 (12,88%) eram lesões benignas e 121 (74,24%) eram lesões malignas, e, a maioria (78,53%) era de tamanho menor que 3 cm. Das lesões classificadas em grau tumoral, 49 (56,98%) foram classificadas em grau 1, 29 (33,72%) em grau 2 e 8 (9,3%) em grau 3. Foram identificados 24 tipos histológicos distintos. Das pacientes estudadas 13 (24,07%) apresentaram metástase em linfonodos regionais (inguinal e/ou axilar). Conclui-se que as cadelas não castradas até 2,5 anos de idade, com cio irregular e que apresentaram pseudogestação pertencem ao grupo de risco para desenvolvimento de tumor mamário. No Brasil, a taxa de malignidade das neoplasias mamárias é superior quando comparadas às descritas internacionalmente. Há necessidade de padronização da técnica cirúrgica de mastectomia com recomendação de retirada com ampla margem de segurança e dos linfonodos regionais. |
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