Relação mastócitos e angiogênese em neoplasias mamárias caninas
As neoplasias mamárias são o tipo tumoral mais frequente em cadelas e mulheres. As cadelas são consideradas excelente modelo espontâneo no estudo do câncer de mama. O microambiente tumoral tem sido estudado nos últimos anos para maior compreensão do desenvolvimento e progressão dessa doença. Os mast...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Lavras (UFLA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFLA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufla.br:1/41601 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/41601 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Medicina Veterinária Microambiente tumoral Cães - Glândula mamária Cães - Tumor de mama Tumor microenvironment Dogs - Mammary gland Dogs - Breast tumor |
| Sumario: | As neoplasias mamárias são o tipo tumoral mais frequente em cadelas e mulheres. As cadelas são consideradas excelente modelo espontâneo no estudo do câncer de mama. O microambiente tumoral tem sido estudado nos últimos anos para maior compreensão do desenvolvimento e progressão dessa doença. Os mastócitos são um tipo celular presente neste microambiente que podem promover as neoplasias por meio da liberação de fatores pró-angiogênicos presentes em seus grânulos. Do mesmo modo, a fibrose tumoral tem sido considerada como fator prognóstico em diferentes tipos de tumores. O presente trabalho objetiva verificar a relação entre mastócitos e angiogênese em neoplasias mamárias benignas e malignas avaliando o papel da degranulação e da microlocalização dos mastócitos em neoplasias mamárias caninas. As mamas avaliadas foram divididas em três grupos: grupo controle (n=46); grupo maligno (n=57) e grupo benigno (n=19). Também foram avaliados linfonodos sem alterações (n=59) e com metástases (n=6). A marcação de mastócitos, vasos sanguíneos e fibrose tumoral foram realizados por técnicas histoquímicas e avaliadas por software ImageJ versão 1.42q. A densidade total de vasos (P=0,03) e vasos peritumorais (P=0,05) foram maiores no grupo maligno. Houve ainda correlação positiva entre densidade de vasos intratumorais e totais e densidade de mastócitos. Diante desses achados pode ser concluído que uma maior densidade de mastócitos está relacionada à maior densidade de vasos sanguíneos e que estes são mais abundantes em neoplasias malignas reforçando o papel crucial da angiogênese no desenvolvimento neoplásico. |
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