Latin American algorithm for treatment of relapsing-remitting multiple sclerosis using disease-modifying agents

Objetivo: Estima-se que haja aproximadamente 50.000 pessoas com a forma remitente-recorrente da esclerose múltipla na América Latina. Os algoritmos de tratamento norte-americanos e europeus não levam em consideração nossas peculiaridades regionais, nem a dificuldade no acesso ao tratamento por parte...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Finkelsztejn, Alessandro, Gabbai, Alberto Alain, Fragoso, Yára Dadalti, Carrá, Adriana, Macías-Islas, Miguel Angel, Arcega-Revilla, Raul, García-Bonitto, Juan, Oehninger-Gatti, Carlos Luis, Orozco-Escobar, Geraldine, Tarulla, Adriana, Vergara, Fernando, Vizcarra, Darwin
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2012
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repository:Repositório Institucional da UFRGS
Language:English
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/94853
Online Access:http://hdl.handle.net/10183/94853
Access Level:Open access
Keyword:Esclerose múltipla
América Latina
Multiple sclerosis
Treatment
Latin America
Description
Summary:Objetivo: Estima-se que haja aproximadamente 50.000 pessoas com a forma remitente-recorrente da esclerose múltipla na América Latina. Os algoritmos de tratamento norte-americanos e europeus não levam em consideração nossas peculiaridades regionais, nem a dificuldade no acesso ao tratamento por parte dos pacientes. Métodos: O Fórum Latino-americano de Esclerose Múltipla é um grupo de especialistas independente e suprainstitucional, que avaliou as mais recentes evidências científicas sobre a eficácia e a segurança das drogas modificadoras do curso da doença. Foram avaliados também o acesso ao tratamento e os programas de farmacovigilância de cada um dos oito países representados no Fórum. Resultados: Uma lista específica de recomendações baseadas em evidências científicas foi estabelecida para a América Latina. Também foram discutidas perspectivas de futuros tratamentos para esclerose múltipla. Conclusões: O presente estudo representou um esforço dos representantes de oito países latino-americanos em discutir um assunto que não pode ser adaptado para uso em nossa região diretamente a partir de recomendações de tratamento europeias ou norte-americanas.