Beliefs and attitudes of Madrid Speakers toward the Andean linguistic variety

Nesta pesquisa, desenvolvida no âmbito do Projeto para o Estudo das Crenças e Atitudes em relação às Variedades do Espanhol no Século XXI (PRECAVES XXI), são apresentados os principais resultados sobre as crenças e atitudes dos madrilenos em relação à variedade linguística andina. A metodologia do p...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Cestero Mancera, Ana M., Paredes García, Florentino
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Perú
Institución:Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Repositorio:Revistas - Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Idioma:español
OAI Identifier:oai:revistasinvestigacion.unmsm.edu.pe:article/29422
Acceso en línea:https://revistasinvestigacion.unmsm.edu.pe/index.php/lenguaysociedad/article/view/29422
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Linguistic attitudes
varieties of Spanish
Andean variety
Castilian variety
proyect PRECAVES XXI
Actitudes lingüísticas
variedades del español
variedad andina
variedad castellana
Proyecto PRECAVES XXI
Atitudes linguísticas
variedades do espanhol
variedade andina
variedade catelhana
projeto PRECAVES XXI
Descripción
Sumario:Nesta pesquisa, desenvolvida no âmbito do Projeto para o Estudo das Crenças e Atitudes em relação às Variedades do Espanhol no Século XXI (PRECAVES XXI), são apresentados os principais resultados sobre as crenças e atitudes dos madrilenos em relação à variedade linguística andina. A metodologia do projeto foi aplicada a uma amostra estratificada de 144 falantes da Comunidade de Madrid (Espanha). Conclui-se que os madrilenos identificam com certa dificuldade o sotaque andino, que consideram bastante diferente do próprio. No entanto, as avaliações que fazem, direta e indiretamente, da variedade andina são bastante positivas, embora, de maneira geral, as pontuações que atribuem sejam mais baixas do que as atribuídas à variedade castelhana, que continuam a considerar a melhor e mais influente. Os fatores sociais, especificamente o sexo, a idade e o nível de escolaridade dos falantes, têm algum efeito sobre as crenças e atitudes dos sujeitos do centro peninsular em relação à variedade andina, sendo que as atitudes mais positivas são sempre das mulheres, dos adultos e idosos e dos madrilenos com ensino superior.