UTILIZAÇÃO DE LODO ANAERÓBIO DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE IPÊ ROXO (Tabebuia avellanedae)
Este estudo teve como objetivo avaliar o potencial de utilização, como substrato, do lodo anaeróbio oriundo de estação de tratamento de esgotos para produção de mudas de Ipê roxo (Tabebuia avellanedae). Foram testados 8 tratamentos com diferentes proporções de lodo:solo:areia, divididos, respectivam...
| Autores: | , , , , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | México |
| Institución: | UNIVERSIDAD NACIONAL AUTÓNOMA DE MÉXICO |
| Repositorio: | Revista AIDIS de Ingeniería y Ciencias Ambientales: investigación, desarrollo y práctica |
| Idioma: | español |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/64736 |
| Acceso en línea: | https://revistas.unam.mx/index.php/aidis/article/view/64736 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | biossólido Índice de Qualidade de Dickson lodo mudas de reflorestamento Tabebuia avellanedae |
| Sumario: | Este estudo teve como objetivo avaliar o potencial de utilização, como substrato, do lodo anaeróbio oriundo de estação de tratamento de esgotos para produção de mudas de Ipê roxo (Tabebuia avellanedae). Foram testados 8 tratamentos com diferentes proporções de lodo:solo:areia, divididos, respectivamente, da seguinte forma: T0 (0:50:25, adicionado 25% de esterco bovino), T1 (12.5:62.5:25%), T2 (25:50:25%), T3 (50:25:25%), T4 (75:0:25%), T5 (0:75:25%), T6 (0:100:0%), T7 (100:0:0%). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com três repetições para cada tratamento, executado em casa de vegetação. Para avaliação da produtividade das mudas, após 120 dias da semeadura, foram avaliados: altura, diâmetro do coleto, massa seca da parte aérea, massa seca da parte radicular, massa seca total, número de folhas e índice de qualidade de Dickson. A caracterização do lodo mostrou quantidade satisfatória e condizente com a legislação ambiental em relação aos macros e micronutrientes. Já em relação aos patógenos (ovos de helmintos e coliformes), o lodo não se enquadrou na legislação, de forma que foi necessária a higienização com cal virgem a 30% durante 60 dias. O estudo chegou à conclusão que a higienização do lodo com cal virgem a 30% prejudicou o crescimento das mudas, de forma que o tratamento testemunha (T0) apresentou os melhores resultados de produtividade, já que neste tratamento não foi adicionado o lodo higienizado. |
|---|