Sessões de FAP presencial e on-line: uma comparação da interação terapêutica

A psicoterapia on-line tem se tornado cada vez mais comum, graças aos avanços tecnológicos e do maior acesso à internet. O presente estudo objetivou comparar a frequência de categorias da interação terapeuta/cliente entre sessões presenciais e sessões on-line, em um tratamento com a Psicoterapia Ana...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Baldissera de Souza, Vitória, Martins da Silveira, Jocelaine
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:México
Recursos:UNIVERSIDAD NACIONAL AUTÓNOMA DE MÉXICO
Repositorio:Acta Comportamentalia
Idioma:español
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/79617
Acesso em linha:https://www.revistas.unam.mx/index.php/acom/article/view/79617
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:psicoterapia on-line
psicoterapia via internet
telepsicologia
telepsicoterapia
psicoterapia analítica funcional.
Descrição
Resumo:A psicoterapia on-line tem se tornado cada vez mais comum, graças aos avanços tecnológicos e do maior acesso à internet. O presente estudo objetivou comparar a frequência de categorias da interação terapeuta/cliente entre sessões presenciais e sessões on-line, em um tratamento com a Psicoterapia Analítica Funcional (Functional Analytical Psychotherapy - FAP). Duas participantes foram selecionadas e foi utilizado o delineamento experimental de sujeito único de multitratamento A-B-BC-B’-BC’ (linha de base, FAP presencial e FAP on-line, com repetição das duas últimas fases). Ambas as participantes foram atendidas pela mesma terapeuta durante quinze sessões. As medidas consistiram em categorização de interações terapeuta/cliente e nos escores de ansiedade social e de intensidade de sintomas de depressão antes e depois das quinze sessões. Os resultados indicaram que as participantes apresentaram mais comportamentos clinicamente relevantes (CRBs) problemáticos e de melhora durante as sessões presenciais. A terapeuta evocou progressivamente menos (ERBs) ao longo dos processos das participantes, mas consequenciou mais nas sessões presenciais. Quanto aos escores de depressão e ansiedade social, houve melhora do Índice de Mudança Confiável apenas para uma das participantes. Discute-se a ocorrência de progresso clínico das participantes independentemente das condições, sugerindo que a inserção de sessões on-line não implica em prejuízos terapêuticos.