Transmodernidade e interculturalidade: interpretação a partir da filosofia da libertação
Ao reconhecer uma nova localização das culturas periféricas na história mundial, bem como partindo de uma concepção não monolítica e não substancialista de cultura, este artigo localiza, por um lado, a Europa na história mundial e propõe, por outro, um diálogo intercultural simétrico entre críticos...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2016 |
| País: | México |
| Recursos: | Universidad Autónoma Metropolitana |
| Repositório: | Redalyc-UAM |
| OAI Identifier: | oai:redalyc.org:339945647004 |
| Acesso em linha: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=339945647004 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Sociología mundo sistema exterioridade Transmodernidade interculturalidade |
| Resumo: | Ao reconhecer uma nova localização das culturas periféricas na história mundial, bem como partindo de uma concepção não monolítica e não substancialista de cultura, este artigo localiza, por um lado, a Europa na história mundial e propõe, por outro, um diálogo intercultural simétrico entre críticos das culturas ditas periféricas. Essas culturas periféricas foram colonizadas, excluídas, desprezadas, negadas e ignoradas pela Modernidade eurocentrada, porém, não foram eliminadas. O desafio que se coloca é o de estabelecer um diálogo transmoderno e simétrico entre essas culturas – tratadas como exterioridades da Modernidade – a fim de responder de outros lugares os desafios da Modernidade e pós-modernidade europeia. |
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