Efeitos do pareamento CS-US aversivo sobre padrões de variar e repetir reforçados positivamente

Os objetivos deste estudo foram: verificar se o pareamento CS-US aversivo, sobreposto ao reforçamento positivo de variar ou repetir, altera os padrões mantidos em linha de base; verificar se os padrões de variabilidade/repetição interferem na supressão condicionada.  Ratos foram distribuídos em dois...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Bisaccioni, Paola, Leite Hunziker, Maria Helena
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:México
Institución:UNIVERSIDAD NACIONAL AUTÓNOMA DE MÉXICO
Repositorio:Acta Comportamentalia
Idioma:español
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/48981
Acceso en línea:https://www.revistas.unam.mx/index.php/acom/article/view/48981
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:variabilidade
repetição
estímulo aversivo
supressão condicionada
ratos
Descripción
Sumario:Os objetivos deste estudo foram: verificar se o pareamento CS-US aversivo, sobreposto ao reforçamento positivo de variar ou repetir, altera os padrões mantidos em linha de base; verificar se os padrões de variabilidade/repetição interferem na supressão condicionada.  Ratos foram distribuídos em dois grupos, denominados Variabilidade (VAR) e Repetição (REP). No Grupo VAR, a emissão de sequências variáveis de 4 respostas de pressão a 2 barras era reforçada, enquanto para o Grupo REP, o reforço (50%) era contingente à emissão de uma única sequência. Após a obtenção de padrões estáveis de variar e repetir, ocorreram apresentações de luzes (CS), de 20s, seguidas por um estímulo elétrico (US) não contingente, de 0,8 mA e 0,5s. Como resultado, obteve-se que: os padrões de variar e repetir mantiveram-se inalterados diante da apresentação dos estímulos aversivos; as respostas foram suprimidas apenas durante o CS (supressão condicionada), independente da linha de base; houve pequena redução na taxa de respostas geral nas sessões. Esses dados indicam que a variabilidade pode ocorrer em contextos aversivos; além disso, que variabilidade e frequência da resposta são dimensões do comportamento que interagem com as contingências de forma independente. Discute-se a relevância dos estudos da variabilidade operante em contingências aversivas.